Hoje li um texto do jornalista Luis Ernersto Guimarães que me deixou tremendamente surpreso com o posicionamento de uma pessoa que, apesar do que escreveu, continuo respeitando como sempre.
Na opinião de Ernersto, no texto “o jornalismo de Tavim”, “defenestrações gratuitas e oportunistas assolam parte da imprensa de nossa querida cidade”. Ele prossegue afirmando. “o que muito me entristece, pois ver bons neurônios se queimando por interesses pessoais é triste”.
Luis Ernersto está assessor de Comunicação do Governo Prandini. Trabalhou na assessoria de Comunicação do ex-prefeito Carlos Moreira. Também atuou como assessor de Comunicação da gestão Zezinho Despachante na Câmara.
O que ele parece criticar, pelo menos foi o que eu entendi no texto, são as denúncias de alguns jornalistas da cidade sobre o atual governo. Normal, que o Ernersto defenda o governo que ele atua. Afinal de contas, ele é pago para isso.
Mas não combina com sua educação, esta indiscutível, sua proposta de julgar o que é ou não “bom jornalismo” ou “mau jornalismo”. Também não combina criticar seus colegas de profissão generalizando, principalmente, ocupando um cargo público.
Ele poderia muito bem ter citado nomes. E, sem demagogia, ficaria feliz em ver o meu nome ali, naquela coluna de opinião. Afinal de contas, quem emite opinião, como faço, deve estar preparado para ver discordâncias. Aprender com elas.
E claro, a exposição de Tavim é, realmente, um momento oportuno. Uma boa oportunidade de reflexão para todos, sobre a conjugação do fazer jornalismo romântico, competente e tradicional, aliado à qualidade artística e cultural.
Também me entristece ver bons neurônios se queimando por interesses pessoais. Quem sabe um dia veremos estas pessoas fazendo algo diferente. Queimando seus neurônios por interesses altruístas.
Ele prejulgou que tais notícias e artigos são motivados por interesses pessoais, não públicos.







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